Pesca e história na capital capixaba

Uma das três capitais brasileiras localizadas em ilhas (assim como São Luís-MA e Florianópolis-SC), Vitória abriga cerca de 320 mil habitantes. Mas sua população cresce durante a semana, com a grande demanda do turismo de negócios, movido pela presença das indústrias petrolífera e siderúrgica na região. Além disso, seus dois portos, Tubarão e Vitória, estão entre os mais movimentados do país. Por isso, os hotéis costumam lotar, principalmente na Praia do Canto, ponto de badalação dia e noite. A cidade também proporciona uma volta ao passado, seja em caminhadas pelo centro antigo ou um passeio pelo histórico casarão da Fazenda Monjardim, erguida no século 18.

FIQUE MAIS UM DIA

Como a ilha de Vitória não é muito grande, suas praias também não são muito extensas. A maior e mais conhecida é a de Camburi, com seis quilômetros e bastante urbanizada. O trecho de costa entre a capital e a vizinha Guarapari é considerado um dos melhores do mundo para pesca oceânica, principalmente do marlim-branco e do marlim-azul (entre setembro e fevereiro, há vários campeonatos da modalidade). Mesmo quem não manja nada do assunto pode acompanhar um expedição, durante um dia, a partir do Iate Clube do Espírito Santo (Praça do Iate, 200, Praia do Canto). Na Dolphin Pesca Oceânica ( 27-3345-9455 e 3227-0128, www.dolphinpesca.com.br), há barcos para até seis passageiros, mas é preciso reservar com um mês de antecedência. Em terra firme, caminhe pela Cidade Alta, onde ainda estão preservadas construções históricas. Entre elas, o Palácio Anchieta (erguido entre 1551 e 1747), atual sede do governo, a igreja barroca São Gonçalo (terminada em 1715) e o Teatro Carlos Gomes (de 1927), inspirado no Scala, de Milão. É possível agendar passeios monitorados (27- 3235-7078, 2ª/6ª 9h/13h e 14h/18h). Outra atração é o Solar Monjardim (Av. Paulino Muller, s/nº, 27-3223-6609, 3ª/6ª 10h/16h), cuja sede, restaurada, guarda objetos de época e um jardim muito agradável.

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